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Justiça do Paraná decreta prisão preventiva de vereadora

Intenção de Ana Maria era não votar para presidente da Câmara

A Justiça de Ponta Grossa, no interior do Paraná, decretou a prisão preventiva da vereadora Ana Maria Branco de Holleben (PT). Ela é acusada pela polícia de ter forjado seu próprio sequestro para não votar na eleição de presidnete da Câmara de Vereadores. A petista está presa desde quarta-feira (2). Os advogados de defesa informaram que entrarão com habeas corpus no Tribunal de Justiça do Paraná. Além de Ana Maria, foram indiciados Indalécio Valverde da Silva, motorista de Ana Maria; Adauto Valverde da Silva, irmão dele; Suzicléia da Silva, mulher de Indalécio; e Reginaldo Nascimento. Todos devem responder por falsa comunicação de crime, fraude processual e formação de quadrilha. O delegado Luiz Alberto Cartaxo afirmou que a intenção vereadora dera que fosse uma ação rápida e Ana Maria reapareceria depois que o presidente da Câmara fosse escolhido. A farsa não deu certo, segundo o delegado, porque a notícia correu rápido, a eleição na Câmara foi suspensa e a situação saiu do controle dela, com a entrada da polícia no caso.

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