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Sérgio Cabral

Sérgio Cabral minimiza crise entre PMDB e PT

Sérgio Cabral (PMDB), governador do Rio de Janeiro, foi o escalado pelo partido para diminuir o incêndio entre PMDB e PT no âmbito federal. Nesta sexta-feira (31), durante a inauguração do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), ao lado do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo (PT), minimizou a crise entre as duas legendas e declarou apoio à reeleição de Dilma Rousseff (PT). “Em ano ímpar eu não discuto eleição. O apoio à presidenta é total e absoluto. Não há semana em que eu não fale com um ministro e com a própria presidenta”, disse o peemedebista. O imbróglio ocorre porque o PMDB deseja que o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) retire sua candudatura ao Palácio da Guanabara em benefício ao atual vice-governador Luiz Eduardo “Pezão”.

Um cometário

  1. No Brasil, o que realmente conta na remuneração de um profissional é a responsabilidade; é possível perceber o alto status que possuem empresários, diretores, alguns engenheiros, políticos, médicos e advogados, fazendo com que o profissional da industria que muitas vezes tem o trabalho realmente difícil não ganhe a remuneração que mereça. Diferente de alguns países (geralmente asiáticos, coreia do sul, japão) que valorizam mais a dificuldade e o nível de raciocínio que as profissões exigem (é possível perceber que esses testes de QI da internet são da cultura deles).
    O Brasil é o país da arte, literatura, história e essas outras subáreas de humanas, áreas que o perfil profissional é totalmente contrário ao da indústria (física, matemática, lógica) e que remuneram muito bem em poucos empregos, embora não há emprego na área de humanas para todos esses apreciadores. Então essa gente vai trabalhar com o que não gosta, muita vezes o desgosto é tanto que larga a vida de trabalhador e inicia a vida de ladrão.
    Essa é a cultura que passa de geração em geração no Brasil: nada de exatas, viva a literatura e a história ( o que favorece o desemprego). Qual a empresa de carros brasileira? não há nenhuma empresa com engenharia tão avançada e pura aqui. Se houvesse mais amantes da área, haveria mais empregos e as pessoas gostariam mais de seu trabalho, e também tem a questão da exportação: humanas não tem produto; se fosse exatas a renda per capta seria maior e não haveria tanta gente nessa situação.

    Sei que saí um pouco do tema, mas gostaria de expressar minha opinião sobre o que tenho refletido seriamente nos últimos anos. A coreia do sul é o país com a maior renda per capta (cerca de 25 mil D$, segundo algumas leituras), então mesmo um pobre de lá não precisa mendigar (1/4 da população sul-coreana é formada em engenharia, segundo leituras).

    O Brasil precisa parar com a poesia e começão com a engenharia.

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