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Treinador do São Francisco do Conde reclama de racismo no interior de São Paulo

Eliminadas da Copa do Brasil de futebol feminino, competição organizada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) após ser goleado por 5 a 0 pela Ferroviária (SP), na última terça-feira (4), em Araraquara, interior de São Paulo, o time do São Francisco do Conde voltou ao Recôncavo com uma dor muito mais forte do que os gols sofridos e a saída da competição: o racismo.

Segundo o treinador da equipe, Mário Augusto, durante os 90 minutos de jogo torcedores adversários ficaram atrás do banco de reservas das meninas de São Francisco do Conde gritando ofensas racistas. “Nos chamavam de parte suja do país e, o pior, que todo nordestino tinha que ser exterminado do Brasil”, denunciou.

Ainda conforme Mário, ele e outras atletas foram alvos de objetos arremessados no campo. “Uma bateria de celular pegou no meu rosto e fez um corte acima do meu nariz. Jogaram até sapato, laranja e garrafa de água”, acrescentou. O treinador contou que chegou a pedir auxílio à Polícia Militar, mas não resolveu. Foto reprodução

2 Comentários

  1. marco fernando dos reis

    esse tecnico e tao mentiroso que nao se pode entrar com laranja na arena da fonte esse tecnico ta querendo justificar sua derrota e um anti proficional mentiroso enao tem vergonha de querer jogar o povo baiano contra os paulistas, muda de profiçao seu incopetente

    • É um papagaio falante. Pior, ele não esta querendo jogar os Baianos contra s Paulistas e sim o Nordeste contra os Paulistas. É um verdadeiro idiota.

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