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“Não vamos aceitar perda de direitos”, dispara Vasconcelos

 

É hora do Brasil retomar o crescimento,

com a geração de emprego, aumento da renda, ampliação das políticas públicas e proteção aos direitos dos trabalhadores. Portanto, a reforma da Previdência Social não é pauta da agenda desenvolvimentista. Muito menos, a atual política econômica, de acordo com os sindicalistas.

A declaração foi dada, na quarta-feira (17), ao governo federal pelo Fórum de Debates sobre Políticas de Trabalho, Emprego, Renda e Previdência Social, do qual participam a CTB e demais centrais sindicais.

O entendimento é de que o país deve trabalhar para acabar com a crise, com ações que criem postos de trabalho, reduzam os juros e ampliem a capacidade de o Brasil competir e crescer economicamente.

Ainda assim, mesmo sem consenso, tudo indica que a reforma previdenciária siga em frente. Mas o governo prometeu ouvir sugestões. Para isso, foi criado um grupo de debates que deve construir propostas em até 60 dias. Prazo considerado curto pela CTB.

Para Augusto Vasconcelos, Presidente dos Bancários da Bahia, “a conta da crise não pode ser paga com retirada de direitos dos trabalhadores. Não aceitaremos a tese de elevação da idade para aposentadoria, isso penaliza sobretudo os mais pobres que em geral começam a trabalhar mais cedo”.

Vasconcelos aponta alternativas, “mais válido seria o governo reduzir os juros. Em 2015, a despesa com juros da dívida foi quatro vezes superior ao orçamento da educação e saúde, além de ser cinco vezes maior que o suposto “déficit” da Previdência. Os juros nominais representam 501,8 bilhões de um total de 613 bilhões de déficit referente ao orçamento do ano passado”, concluiu.

*B. News.

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