Home / Destaque / CPMI das Fake News quer seguir rede que fez disparos em massa nas eleições de 2018

CPMI das Fake News quer seguir rede que fez disparos em massa nas eleições de 2018

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News quer apurar a rede de empresas de marketing digital que foi responsável por disparos de mensagens em massa pelo WhatsApp nas eleições de 2018.

Os parlamentares investigam de que maneira a empresa Yacows obteve CPFs de idosos, que foram usados para registrar chips de celular e garantir o envio de mensagens para beneficiar políticos.

Uma das suspeitas é de que a empresa faria parte de uma rede de terceirizadas contratadas pela AM4, que prestou serviços para a campanha presidencial de Jair Bolsonaro.

Em outubro daquele ano, reportagem da Folha revelou que empresários teriam usado a Yacows e ao menos outras três empresas para distribuir mensagens com conteúdos apócrifos, contra a campanha do então candidato à presidência Fernando Haddad (PT).

A CPMI já identificou 24 números e centenas de endereços de IPs que estariam envolvidos na operação. A intenção da CPMI é que Flávia Alves e Lindolfo Alves Neto, sócios da Yacows, convocados a depor amanhã, esclareçam a participação da empresa nos envios de propaganda eleitoral pelo WhatsApp.

Eles eram os chefes de Hans River do Rio Nascimento, que confirmou o uso dos CPFs pela empresa, acusou a jornalista Patrícia Campos Mello, da Folha, de querer matéria em troca de sexo e foi desmentido pelo jornal.

Por: Agência Brasil

 

Deixe seu comentário

Seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios *

*

quatro × um =