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Em reunião com prefeitos, Rui pede que rodovias não fiquem fechadas na Bahia

O governador Rui Costa fez um apelo, durante reunião online com prefeitos da Bahia, na manhã de hoje (26), para que as rodovias baianas não sejam fechadas durante a pandemia do coronavírus. A gestão estadual já suspendeu o transporte intermunicipal de passageiros em cidades onde há casos da doença.

De acordo com um dos prefeitos que participaram na reunião, trecho da BA-210 chegou a ser fechado por conta da determinação de um gestor. O governador pede que a situação seja denunciada, para que as rodovias sejam reabertas, a fim de garantir serviços essenciais.

“Eu sou contra o fechamento de rodovias. Eu peço a compreensão dos prefeitos e prefeitas que não fechem rodovias estaduais, por favor. Nós vamos ter que abrir, se houver fechamento, porque o povo já está em dificuldade e sofrendo, se a gente negar o suprimento de comida e materiais para chegar nas cidades vamos entrar em colapso e será complicado. Então a solução não é fechar rodovias. Se a rodovia passa por sua cidade e quer controlar quem passa ali, estamos comprando e deve chegar amanhã 200 máquinas que medem a temperatura. Nós vamos enviar para os municípios que tem contágio e vizinhos, para começar a medir temperatura”, declarou Rui.

Durante a reunião, o governador também pediu para que os gestores se organizem entre si para buscar soluções regionais de atendimento a pacientes com a doença. O planejamento do governo é fazer triagem, por meio de Unidades de Pronto Atendimento (UPA), para que casos graves sejam levados à Salvador, onde há hospitais exclusivos para pacientes com Covid-19. A solicitação foi reforçada pelo secretário da Saúde, Fábio Vilas-Boas, também presente no encontro.

“Se não fizermos a pulverização, não teremos capacidade de fazer enfrentamento dessa epidemia, que se faz na alta complexidade. No tratamento ambulatorial de pessoas com coronavírus é o mesmo de uma gripe. Os investimentos que os prefeitos devem fazer a mais, nesse momento, é garantir de equipamentos de Proteção Individual (EPI) para que profissionais de saúde não se contaminem. Mas o custo de equipamento hospitalar será feito nos hospitais onde tem Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Se o Município tem UTI e quer bancar e em lugar de ser feito o contrato com entidade privada, o repasse será feito para aquela UTI”, declarou Vilas-Boas.

Por: Metro1

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