Home / Destaque / O transporte intermunicipal será suspenso a partir de amanhã (4) em mais quatro cidades baianas: Antas, Ibipeba, Jussara e Palmeiras. A decisão, que visa combater o avanço do coronavírus, foi publicada no Diário Oficial do Estado de hoje (3). Nesses municípios ficam proibidas a circulação, a saída e a chegada de qualquer transporte coletivo intermunicipal, público e privado, rodoviário e hidroviário, nas modalidades regular, fretamento, complementar, alternativo e de vans. Também continuam suspensas a circulação, a saída e a chegada de ônibus interestaduais ao território baiano até a próxima segunda-feira (6).

O transporte intermunicipal será suspenso a partir de amanhã (4) em mais quatro cidades baianas: Antas, Ibipeba, Jussara e Palmeiras. A decisão, que visa combater o avanço do coronavírus, foi publicada no Diário Oficial do Estado de hoje (3). Nesses municípios ficam proibidas a circulação, a saída e a chegada de qualquer transporte coletivo intermunicipal, público e privado, rodoviário e hidroviário, nas modalidades regular, fretamento, complementar, alternativo e de vans. Também continuam suspensas a circulação, a saída e a chegada de ônibus interestaduais ao território baiano até a próxima segunda-feira (6).

A Justiça autorizou o bloqueio de R$ 40 milhões em uma conta na Suíça no âmbito da ação, ligada à Operação Lava Jato, que investiga lavagem de dinheiro envolvendo o senador José Serra e sua filha, a advogada Verônica Serra.Na manhã de hoje (3), a Polícia Federal já havia cumprido mandados de busca e apreensão em São Paulo e Rio de Janeiro na mesma ação. Em nota, o Ministério Público Federal informou que a denúncia diz respeito ao período em que Serra era governador de SP, entre 2006 e 2007, quando ele teria utilizado “seu cargo e sua influência política para receber, da Odebrecht, pagamentos indevidos em troca de benefícios relacionados às obras do Rodoanel Sul”.

O comunicado do MPF ainda afirma que “milhões de reais foram pagos pela empreiteira por meio de uma sofisticada rede de offshores no exterior, para que o real beneficiário dos valores não fosse detectado pelos órgãos de controle”.

O MPF ainda explica a relação de Verônica com o caso, que, de acordo com o órgão, controlava uma conta de offshore, de maneira oculta, até o final de 2014, em que estariam mantidas as quantias de “numerosas transferências para dissimular origem dos valores”.

Por: Metro1

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