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UFRB recebe urnas de coleta de votos em plebiscito sobre fim da escala 6×1 e isenção de imposto de renda

Urnas estão percorrerão centros de ensino da UFRB.

A Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) está recebendo as urnas do Plebiscito Popular Por um Brasil Mais Justo. A iniciativa quer saber dos brasileiros se desejam a redução da escala 6×1, o aumento de isenção do imposto de renda e a cobrança do imposto para quem ganha acima de R$ 50 mil por mês. Os votos serão contabilizados no dia 7 de setembro e poderão servir como base para que deputados e senadores formulem políticas públicas.

O Plebiscito Popular ocorre em todo o Brasil. Na UFRB, a instalação das urnas é uma iniciativa da Associação dos Professores Universitários do Recôncavo (APUR), que é o sindicato dos docentes da instituição de ensino. Em nota, a seção sindical afirma que apoia o plebiscito e “pede para que a comunidade acadêmica da UFRB vote e se atente às pautas do documento, bem como ao contexto social e político que o Brasil enfrenta”.

As pautas propostas pelo plebiscito podem ser lidas CLICANDO AQUI.

Locais de votação

As urnas percorrerão ao menos 4 centros de ensino da UFRB. Nesta terça-feira, 29, as urnas estarão na entrada do auditório da Biblioteca Central da UFRB (Cruz das Almas) e no Centro de Tecnologia em Energia e Sustentabilidade (Cetens/Feira de Santana) até às 18h.

Já na quarta-feira, 20, o plebiscito acontecerá no Centro de Ciências da Saúde (CCS/Santo Antônio de Jesus). No dia 21 de agosto, quinta-feira, será a vez do Centro de Formação de Professores (CFP/Amargosa).

Votação

Para votar, o interessado precisará se dirigir às urnas portando a numeração do RG ou CPF e um documento oficial com foto. Em seguida, a pessoa responderá a duas perguntas marcando entre SIM e NÃO:

  • “Você é a favor da redução da jornada de trabalho, sem redução salarial, e do fim da escala 6×1?”; e 
  • “Você é a favor de que quem ganhe mais de R$ 50 mil por mês pague mais Imposto de Renda para que quem recebe até R$ 5 mil por mês não pague?”.
Divulgação/APUR

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