
Depois de 20 anos e seis meses de um dos episódios mais violentos do sistema prisional brasileiro que ficou conhecido como “Massacre do Carandiru”, ocorrido em 02 de outubro de 1992, na casa de detenção que funcionava na capital paulista, 26 envolvidos na morte, todos policiais militares, sentam no banco dos réus a partir desta segunda-feira (8). A ação deixou 111 detentos mortos.Os acusados respondem por homicídio qualificado – com uso de recursos que dificultaram a defesa de 15 vítimas. Os outros dois policiais que seriam julgado já faleceram.





