
Os dirigentes de universidades federais já estimam que vão precisar de um esforço pesado de convencimento no Congresso, no próximo ano, a fim de barrar a Medida Provisória (MP) que altera o processo de escolha de reitores.
De acordo com a coluna Painel, da Folha, eles acreditam que o texto vai diminuir o poder dos conselhos universitários, que agregam institutos e alunos, e assim, afronta a autonomia das unidades de ensino.
A MP foi editada pelo governo Jair Bolsonaro anteontem (24), em edição extra do Diário Oficial de ontem (24). A medida tem força de lei, mas ainda precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional no prazo de até 120 dias. Caso não seja apreciada pelos parlamentares, perde a validade.
Por: Metro1





