
Osvaldo da Paz (PT) usou a tribuna da sessão ordinária da Câmara e falou sobre sua indicação ao Executivo de fundir dois conselhos: Fundo Municipal de Apoio Comunitário (FUMAC) e do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável (CMDRS). “Caso não seja feito, várias associações deixarão de acessar recursos do governo do estado e do governo federal”, alertou. O petista apresentou o Projeto de Lei para normatizar a cobrança de 10% de bares e restaurantes instalados na cidade. “Não há uma lei que regulamente isso”, defendeu. “O artigo primeiro diz que é opcional”, revelou. “E ele será destinado exclusivamente aos garçons e às garçonetes”, concluiu.
O petista questionou o discurso de Elias de Gogó e declarou que o vereador “era servidor da Prefeitura e motorista da ambulância do Hospital Geral do Estado”. Segundo Osvaldo, o “discurso não combina com a prática” do tucano.
Osvaldo reclamou também da portaria da Secretaria de Saúde para reavaliar o concurso público realizado em 2004. “Esse governo que é perseguidor. Fizeram maracutaia, foram desmascarados e agora querem averiguar o que eles fizeram. Imagine a cara de pau?”, indagou. “Na minha concepção ele quel legalizar o ilegal”, afirmou. “Orlandinho acatou a decisão do Ministério Público do Trabalho”, acrescentou.
“Estou esperando o requerimento com o nome dos 20 médicos e o CREMEB (Conselho Regional de Medicina da Bahia) das especialidades que o prefeito propagou. Não é isso que a população está vendo”, concluiu. Texto e foto: Maurício Medeiros





