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Sem trabalho, mulheres voltam a mariscar por R$ 550 mensais

Demitidas de seus empregos ou impedidas de praticar suas antigas atividades, mulheres começaram a mariscar na Baía de Todos-os-Santos (BTS). Os pontos de mariscagem ficaram mais cheios desde o início da pandemia, em março de 2020. Elas passam de seis a dez horas trabalhando, ensopadas de água e sal ou entre galhos, para ter uma fonte de proteína na mesa ou vender o quilo do marisco por R$ 17.

A história de mulheres que retornaram à BTS é contada em uma das quatro reportagens do especial A Baía mãe, publicado neste final de semana, e reflete os índices de segurança alimentar e pobreza. Enquanto mariscam, essas mulheres tentam traçar novos rumos para elas e suas filhas.  Correios

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