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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda não quitou ou propôs o parcelamento da sua dívida com a Justiça Federal pela condenação na Operação Lava Jato no caso do triplex do Guarujá. O valor ultrapassa R$ 30 milhões com as multas e a reparação de danos. Perto de completar um ano de prisão, a Polícia Federal intimou o ex-presidente após uma “advertência” dada pela juíza federal Carolina Lebbos Moura sobre as consequências da sua inadimplência. No dia 3 de setembro, Lula foi “intimado para realizar o pagamento ou formular pedido de parcelamento da pena de multa, da reparação dos danos e das custas processuais”. A defesa do petista argumentou que a cobrança era indevida, mas o argumento não foi aceito. O valor é resultado da condenação em segunda instância, em janeiro de 2018, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, por receber propinas da OAS em contratos da Petrobras.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda não quitou ou propôs o parcelamento da sua dívida com a Justiça Federal pela condenação na Operação Lava Jato no caso do triplex do Guarujá. O valor ultrapassa R$ 30 milhões com as multas e a reparação de danos.

Perto de completar um ano de prisão, a Polícia Federal intimou o ex-presidente após uma “advertência” dada pela juíza federal Carolina Lebbos Moura sobre as consequências da sua inadimplência.

No dia 3 de setembro, Lula foi “intimado para realizar o pagamento ou formular pedido de parcelamento da pena de multa, da reparação dos danos e das custas processuais”. A defesa do petista argumentou que a cobrança era indevida, mas o argumento não foi aceito.

O valor é resultado da condenação em segunda instância, em janeiro de 2018, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, por receber propinas da OAS em contratos da Petrobras.

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