
O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, anunciou ontem (2) que, “após reflexão”, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) optou pela manutenção do ex-ministro Carlos Marun para o conselho de Itaipu, determinada no apagar das luzes pelo ex-presidente Michel Temer (MDB), no dia 31 de dezembro.
A nomeação de Marun foi alvo de críticas de integrantes do governo, inclusive do vice-presidente, general Hamilton Mourão, que defendeu a discussão do assunto na reunião ministerial prevista para hoje (3).
De acordo com a Coluna do Estadão, Bolsonaro foi informado por sua assessoria de que não poderia anular a nomeação, uma vez que se trata de um “ato jurídico perfeito”, aquele que, após realizado, não pode ser revisto.
Um dos deputados mais próximos do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB) – tendo inclusive o visitado na prisão – Marun decidiu não disputar reeleição ao optar por continuar ministro de Temer.





