
O Ministério Público Federal (MPF) e a Procuradoria da República no Estado (PRE) abriram inquérito para saber os motivos da interrupção, desde fevereiro, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) na cidade de Maragojipe. Segundo os órgãos, apesar de o município receber mensalmente mais R$ 250 mil, a população está sem acesso ao benefício. O Fundo Nacional de Saúde (FNS) foi intimado a responder se ouve retenção dos repasses à Prefeitura.
Em nota emitida pela Assessoria de Comunicação, a gestão da prefeita Vera da Saúde (PMDB) acusou a administração anterior, comandada por Sílvio Atalaiba (PT), de ter realizado um processo seletivo para contratação dos profissionais de forma “irregular”. Segundo o documento, os trabalhadores socorristas não tinham “equipamentos apropriados e proteção”, além de falta de habilitação do Ministério da Saúde para funcionar. A ambulância do SAMU de Maragojipe está guardada em uma garagem improvisada.





