
A polícia identificou a identidade do corpo crivado de balas e abandonado na manhã desta quarta-feira (13), na Ponte do Funil. Adevan Souza Santos Júnior, 19 anos, estava com as mãos amarradas e apresentava mais de 30 perfurações à bala. Segundo a mãe da vítima, o jovem era ex-usuário de drogas e ator do grupo Teatro Brechó e servia no Tiro de Guerra. Ele foi sepultado nesta quinta-feira (14) na cidade de Nazaré das Farinhas.
A perícia informou que Adevan apresentava sinais de tortura. A língua do jovem foi arrancada e os assassinos tentaram retirar os olhos da vítima. Marlon Soares, responsável pelo garoto e diretor do grupo de teatro, foi quem reconheceu o corpo.






Quem Sabe???
O jovem foi encontrado morto (executado) covardemente nas mediações da ponte do funil. Terá sido a policia e mais um ato covarde, as milícias coorporativas, vagabundo?
– Quem sabe?
Estariam às autoridades competentes empenhadas pelo caso, mesmo sabendo que o jovem não era filho de nenhuma autoridade política?
– Quem sabe?
Diante depoimento de familiares e amigos muitos imperitos criminas já tem vários nortes para o caso com uma vasta relação de suspeitos. A Polícia não sabe nada até hoje?
– Quem Sabe?
Gente! Precisamos deixar de tentar “tapar o sol com a peneira” e acordar para a realidade se fosse filho de um prefeito, juiz ou qualquer empresário notável do município de Nazaré o caso ganharia repercussão nacional. Isso é revoltante. Uma vida foi interrompida brutalmente e ninguém se move pra nada. è uma vergonha este país, sistemático corrupto em que tragicamente fui inserido, saibam que até hoje os amigos deste jovem sonhador busca resposta, tenta entender o aconteceu, o porquê? Quem? Como?
– Quem sabe?
A encenação da peça Paixão de Cristo que acontece toda sexta-feira da paixão durante os festejos dos Caxixis em Nazaré-Ba, foi realizada em homenagem a Ele (Adevan) pois, uma das brilhantes qualidades que possuía era a de atuar levando a mensagem cristã á todos que acreditam e crêem em cristo. (disse colegas de teatro).
A vocês que lêem este desabafo fica esta reflexão:
Até quando?
– Quem sabe?
Kauã Garrido Torres