
Elisângela Borborema Rosa, 28 anos, é um daqueles casos que ficaram na história da Medicina. Na última segunda-feira (6) ela estava na cozinha de sua casa, em Arraial do Cabo, no Rio de Janeiro, quando foi atingida por um arpão de caça submarina que era manuseado pelo seu marido na sala. O objeto atravessou a traqueia da mulher, que foi socorrida à emergência de um hospital em Araruama. Segundo o site G1, ela passa bem e não deve ter sequelas. Esse é o primeiro caso desse tipo que atendo aqui no hospital. A peculiaridade do acidente é que a ponta do arpão penetrou a região entre o canal anterior vertebral e o canal da medula. Caso o objeto atingisse apenas um centímetro para dentro, a paciente ficaria tetraplégica; se atingisse um centímetro para fora, alcançaria uma artéria que irriga o cérebro, levando-a ao óbito”, diz o médico Allan da Costa, neurocirurgião que cuidou de Elisangela.





