
O governador Jaques Wagner (PT) concedeu entrevista na manhã desta quarta-feira (7) à Rádio Metrópole FM, de Salvador, e revelou existir conversas com os partidos da base para que o candidato à sua sucessão seja do PT. Ele não deixou de citar outros nomes como o presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo (PDT), o vice-governador Otto Alencar (PSD) e a senadora Lídice da Mata (PSB). Segundo o petista, o momento político é “propício” para os aliados.
Outra revelação feita por Wagner foi o plano para o seu futuro político depois que deixar o Palácio de Ondina. “Minha conta é ficar até o final de 2014”, declarou. Ele explicou ao apresentador Mário Kértesz que já teria comunicado à presidenta Dilma Rousseff (PT) e ao ex-presidente Lula (PT) a intenção de não disputar cargos no próximo ano.
Sobre sua relação com o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), Wagner preferiu não oferecer pistas sobre um provável apoio do democrata no futuro. “Esta é apenas uma relação administrativa”, disse, lembrando o tempo em que, segundo ele, a ex-prefeita Lídice da Mata teria sido perseguida pelo então governador Antônio Carlos Magalhães. “Vivemos outro tempo. Meu perfil é diferente”, completou. “Chamei (ACM Neto) para conversar porque Salvador está precisando”, concluiu o petista.





