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Celso de Melo diz que adiamento do seu voto ‘aprofundou convicção’

O ministro do Superior Tribunal Federal (STF), Celso de Melo, falou no jornal Estadão deste domingo (15) não se sentir pressionado a votar contra os embargos infrigentes que pode permitir a 11 réus da Ação Penal 470 o direito a um novo julgamento. Por ser o membro mais antigo da corte, ele vota por último e na sessão da quinta-feira (12), apesar de ter dito que demoraria apenas cinco minutos para expor seu posicionamento, viu o presidente da Casa, Joaquim Barbosa, adiar por mais uma semana o futuro dos acusados do mensalão. A votação está empatada por cinco a cinco. “Após 45 anos, seja como promotor ou juiz, é uma experiência que você tem e supera tranquilamente”. Segundo o magistrado, o atraso não deve modificar sua postura. O adiamento da sessão, longe de significar qualquer possibilidade de pressão externa, aprofundou ainda mais minha convicção”, definiu. A expectativa é que o decano desempate a favor de um novo julgamento. Foto reprodução

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