
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, se pronunciou nesta terça-feira (24) contrário à compra da TIM feita pela Vivo, alegando que o negócio fere a Constituição. O acordo deve ser analisado pela Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). “Um grupo não pode controlar duas empresas desse porte no país, tem impedimento na legislação. Na hora que formalizar isso, eles vão receber um prazo para fazer a venda da empresa”, declarou. Segundo ele, a Telefónica terá que vender sua participação a outra operadora que não seja a Claro, a OI ou a Nextel.





