
Novas frentes de trabalho foram criadas na Bahia para atender a economia aquecida, porém sobram vagas no comércio, indústria e agronegócio. A falta de qualificação e experiência somados ao baixo desempenho educacional dos candidatos continuam sendo os principais fatores para o não preenchimento de vagas no interior da Bahia.
“A interiorização do comércio varejista hoje está num ritmo muito acelerado. Mas o que existe hoje é o profissional sem muita experiência e sem muita qualificação. Isso vem refletir, justamente, o fraco desempenho educacional que se tem no interior”, considera o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas da Bahia (FCDL), Antoine Tawil. Segundo ele, caso a demanda por profissionais com melhor educação fosse suprida, cerca de 10 mil vagas poderiam ser preenchidas imediatamente no interior da Bahia.





