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Supervisor dos Agentes de Endemias de Cruz das Almas esclarece situação da dengue no município e dá dicas para a população

Na tarde desta terça-feira (5), em entrevista ao Programa Microfone Aberto, da Rádio Santa Cruz FM, Alessandro Almeida, Supervisor dos Agentes de Endemias de Cruz das Almas, trouxe alguns esclarecimentos sobre o momento epidêmico pelo qual passa o Brasil. Durante o bate-papo com o radialista Celso Oliveira, Alessandro fez alguns alertas e deixou algumas dicas para a população.

Segundo informações dadas por Alessandro, o município conta com 5 casos de dengue confirmados e mais 20 casos suspeitos da doença.

De acordo com o supervisor, alguns bairros da cidade estão recebendo uma atenção maior no combate à dengue, são eles, Itapicuru, Assembleia, Primavera, Suzana e o Centro. O cuidado maior com essas regiões acontece em virtude do alto número de incidências da dengue no ano de 2023 e ainda no início de 2024.

Parte da população está assustada com as visitas dos agentes de endemias, isso se deve ao fato dos inúmeros golpes que tem surgido em nossa sociedade. Sobre isso, Alessandro tranquilizou a população e respondeu que há uma maneira de identificar os agentes de endemias. “Se o agente não tiver identificado com a farda e a mochila da categoria, o morador deve ligar para o Centro de Endemias (0800 000 3261) e procedimentos serão feitos para testar se realmente é um profissional das endemias”, disse.

Após questionamentos de populares sobre o uso do fumacê, que é um dos métodos usados no combate ao mosquito Aedes Aegypti, Alessandro afirmou que existem alguns critérios para que esse mecanismo seja usado e a cidade ainda não se encaixa.

O profissional de endemias também deixou um alerta. Se você apresentar dois ou mais sintomas característicos da dengue, dirija-se às unidades de saúde para que sejam feitos os exames e a medicação ocorra de forma correta.

Por fim, o entrevistado deixou claro o papel fundamental que a população tem no combate ao mosquito transmissor da dengue, através dos cuidados necessários e também denunciando locais onde existam possíveis focos da doença.

Por Emerson Gesteira

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