Em ato político organizado por movimentos sociais e partidos de esquerda em Feira de Santana, os secretários estaduais Angelo Almeida (Desenvolvimento Econômico), Roberta Santana (Saúde) e Felipe Freitas (Justiça e Direitos Humanos) defenderam a taxação dos super-ricos, criticaram a jornada 6×1 e destacaram a importância da defesa da soberania nacional.
O Grito dos Excluídos é uma iniciativa de movimentos sociais, igrejas e sindicatos, realizada em todo o país desde 1994, após o Desfile Cívico de 7 de Setembro. Neste ano, o ato divulgou a realização do Plebiscito Popular sobre os direitos dos trabalhadores e a reforma fiscal. Sob o tema “Cuidar da Casa Comum e da Democracia é Luta de Todo Dia”, os manifestantes denunciaram a desigualdade social brasileira e ressaltaram as medidas do governo Lula para proteger as empresas nacionais diante do tarifaço imposto por Donald Trump.
Vestida com a camisa estampada com os dizeres “Vacina Sim!”, a secretária Roberta Santana ressaltou a importância da imunização da população e destacou a alegria de participar do ato político em sua cidade natal, reforçando a defesa da soberania nacional. “É uma alegria estar aqui em Feira, minha cidade, defendendo as políticas de fortalecimento do SUS e falando da soberania popular. Espero que esse momento de luta e reflexão política nos ajude a avançar na cidadania em nosso país”, afirmou Roberta Santana.
O secretário de Justiça e Direitos Humanos, Felipe Freitas, destacou a agenda dos movimentos sociais e partidos de esquerda no enfrentamento aos privilégios e na defesa da cidadania e dos direitos humanos. “Desde a minha adolescência, sempre participei do Grito dos Excluídos. Este ano, a pauta da taxação dos super-ricos, da punição aos golpistas e da defesa da soberania é um grande acerto na luta por justiça e contra as desigualdades.”
Já o secretário de Desenvolvimento Econômico, Angelo Almeida, reforçou a importância de transformar o 7 de Setembro em uma data de reafirmação do compromisso com o povo brasileiro. “O 7 de Setembro não pode ser apenas uma comemoração simbólica: é o momento de reforçarmos que o Brasil precisa estar a serviço dos brasileiros. Agora, mais do que nunca, é preciso deixar uma mensagem clara de soberania para o mundo: o Brasil é dos brasileiros”, declarou.
Ascom/Sesab





