
A delegada Ívia Vidal, titular da delegacia de Cruz das Almas, concedeu entrevista nesta quinta-feira (4) ao repórter Ueviton Santa, durante o Programa Microfone Aberto, da Rádio Santa Cruz FM, sobre a morte de Paulo Fiúza, ocorrida na última terça-feira (2), no bairro da Coplan, após o policial de prenome “Robério” atirar contra Paulo Fiúza.
“Estamos investigando o caso. Não houve a prisão em flagrante porque ele se apresentou vestido com seu fardamento. Mas a arma dele ficou apreendida”. Ela confirmou que a calça do policial “Robério” estava rasgada. Ívia revelou que o autor do disparo que matou Paulo Fiúza se apresentou ao lado de dois colegas e do major David Lanzilotti.
“Pela alegação dele, o rapaz não acatou a ordem de parar a moto, ele precisou pular para não ser atropelado e, neste momento, segundo ele, houve um disparo”, disse a delegada.
Ívia disse que acusações anônimas por telefone no número da delegacia divergem da versão policial e pediu às pessoas para comparecerem à delegacia para depor. “Dizem que não existia viatura e que a viatura chegou apenas para prestar socorro”.
A delegada confirmou que, caso, após as apuração, a versão do policial não seja a verdadeira, ele pode ter a prisão decretada. Ívia pediu aos familiares da vítima que apresentem a motocicleta para ela ser periciada. “A informação que nós temos é que um amigo teria pego a moto e levado para outro lugar”, declarou.





